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Tudo sobre o universo de "Além da Ilusão"

Escrita por Alessandra Poggi, folhetim é estrelado por Rafael Vitti e Larissa Manoela.

Por: Com informações da assessoria de imprensa da TV Globo

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Foto: Divulgação/TV Globo

Quando o verdadeiro amor acontece, tem o poder de transformar vidas e tornar possível o impossível, como nos melhores passes de mágica. Na trama romântica que o público acompanhará em "Além da Ilusão", próxima novela das 6, por trás de muitas ilusões está a força de um sentimento sublime capaz de reparar injustiças e aproximar um casal improvável: o mágico Davi (Rafael Vitti) e a aspirante a modista Isadora (Sofia Budke/Larissa Manoela).

Ele faz do ilusionismo sua arte e seu meio de sobreviver. Ela tem os pés no chão e mira horizontes mais promissores, principalmente, no mundo do trabalho. De forma surpreendente, seus destinos se cruzarão e, unidos por um trauma do passado, terão um no outro uma chance de ressignificar suas trajetórias.  

Ambientada em Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, a novela é dividida em duas fases, entre 1934 e 1944, sendo a primeira em Poços de Caldas, Minas Gerais, e a segunda em Campos. Na trama, marcada por histórias de amor, traição, amizade e muito humor, os personagens têm seus valores afetados pelo progresso e pela modernização que o Brasil passou na época.

Primeiro encontro em 1934

O primeiro encontro entre Davi (Rafael Vitti) e Isadora (Sofia Budke/Larissa Manoela) ocorre em Poços de Caldas, em 1934. Na época, Dorinha é apenas uma menina que se fascina com os truques que o mágico apresenta na cidade. Davi, na verdade, é apaixonado por sua irmã mais velha, a jovem Elisa (Larissa Manoela) - um sentimento que nasce com apenas uma troca de olhar entre os dois no baile de aniversário de 18 anos da moça, em que ele foi contratado para entreter os convidados com seus truques.

Ali surge uma paixão que desperta a ira do juiz Matias Tapajós (Antonio Calloni), pai das meninas, que não aceita o relacionamento por achar que o mágico não está à altura de sua filha. Mesmo com todos os obstáculos, o casal não desiste e resolve viver esse amor, contando, inclusive, com a ajuda de Isadora.

Só que essa história acaba em tragédia, quando Elisa é assassinada acidentalmente e Davi acaba sendo responsabilizado injustamente pelo crime.

Com a morte da filha, Matias fica desequilibrado e perde as condições de trabalhar e cuidar da família. Sua esposa, a forte e corajosa Violeta (Malu Galli), assume então a responsabilidade de cuidar de todos e se muda para a fazenda de seu pai, Afonso Camargo (Lima Duarte), em Campos dos Goytacazes.

Foto: Divulgação/TV Globo

Nessas terras que um dia foram um produtivo engenho de cana-de-açúcar será erguida uma fábrica de tecelagem, gerida por Violeta e Eugênio (Marcello Novaes), um empresário carioca atento às novas necessidades do país que se muda para a região. É nesse universo que Isadora cresce, enquanto Davi cumpre a pena por um crime que não cometeu. 

Dez anos de passam... 

Em 1944, Isadora (Sofia Budke/Larissa Manoela) agora é uma linda jovem, fisicamente muito semelhante à irmã. Apesar das lembranças, o trauma da morte de Elisa (Larissa Manoela) no passado a fez esquecer o rosto dela e do próprio Davi (Rafael Vitti). Determinada e forte, ela se aperfeiçoou na costura com os ensinamentos da tia Heloísa (Paloma Duarte), com quem tem uma relação muito carinhosa.

A Tecelagem Tropical

Ao longo desses dez anos, Violeta (Malu Galli) e Eugênio (Marcello Novaes) firmam sociedade, e, juntos, constroem a Tecelagem Tropical.

O antigo engenho de cana-de-açúcar agora abriga também uma vila operária, em que moram os funcionários da fábrica e os antigos moradores do local. Benê (Claudio Jaborandy), mestre-de-açúcar e administrador da fazenda, é quem ajuda Violeta a reerguer os negócios da família, afinal, é quem melhor conhece as terras.

A vila operária reúne famílias formadas, em sua maioria, por trabalhadores da fazenda que migraram para a fábrica. Depois de um dia intenso de trabalho na tecelagem, é no bar de Lorenzo (Vinicius Pieri/Guilherme Prates), filho da italiana Giovanna Martinelli (Roberta Gualda), que os operários vão se divertir. À frente de outro pequeno negócio está a sempre alegre Fátima Souza (Patrícia Pinho), esposa de Benê (Claudio Jaborandy), que é a responsável pela mercearia da vila.

Temas importante

A dinâmica na vila operária vai conter tramas sobre temas importantes como o protagonismo feminino, o machismo, a igualdade e o direito dos trabalhadores. A chegada das máquinas e a instalação da tecelagem revelam as mudanças de um país que transitava para um modelo de produção fabril.

No contexto internacional, a Segunda Guerra também vai impactar a produção da fábrica e a vida, principalmente, dos jovens moradores da vila, como Bento (Pedro Guilherme Rodrigues/Matheus Dias) e Lorenzo (Vinicius Pieri/Guilherme Prates), que acabam voluntariamente se alistando na Força Expedicionária Brasileira, deixando, respectivamente, seu pai Abílio (Luciano Quirino) e sua mãe Giovanna (Roberta Gualda) muito aflitos. Amigos desde a infância, Bento e Lorenzo são apaixonados pela mesma mulher, Letícia (Maria Luiza Galhano/Larissa Nunes), que é professora na escola da vila.

De trem, saindo da vila operária e indo até a região central de Campos dos Goytacazes, é no Oásis Cassino que a simpática e divertida Julinha (Alexandra Richter), mãe de Arminda (Caroline Dallarosa), ama tentar a sorte no carteado. Apesar de ser o proprietário do lugar, seu marido, o boa praça Constantino Andrade (Paulo Betti), a proíbe de frequentar o espaço porque sofre com o vício da esposa em jogos. Mesmo com as restrições, Julinha sempre consegue dar suas escapadas, colocando Geraldo (Marcello Escorel), o crupiê do cassino, em maus lençóis com o patrão.

Quando o verdadeiro amor acontece, tem o poder de transformar vidas e tornar possível o impossível, como nos melhores passes de mágica. Na trama romântica que o público acompanhará em "Além da Ilusão", próxima novela das 6, por trás de muitas ilusões está a força de um sentimento sublime capaz de reparar injustiças e aproximar um casal improvável: o mágico Davi (Rafael Vitti) e a aspirante a modista Isadora (Sofia Budke/Larissa Manoela).

Ele faz do ilusionismo sua arte e seu meio de sobreviver. Ela tem os pés no chão e mira horizontes mais promissores, principalmente, no mundo do trabalho. De forma surpreendente, seus destinos se cruzarão e, unidos por um trauma do passado, terão um no outro uma chance de ressignificar suas trajetórias.  

Ambientada em Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, a novela é dividida em duas fases, entre 1934 e 1944, sendo a primeira em Poços de Caldas, Minas Gerais, e a segunda em Campos. Na trama, marcada por histórias de amor, traição, amizade e muito humor, os personagens têm seus valores afetados pelo progresso e pela modernização que o Brasil passou na época.

Primeiro encontro em 1934

O primeiro encontro entre Davi (Rafael Vitti) e Isadora (Sofia Budke/Larissa Manoela) ocorre em Poços de Caldas, em 1934. Na época, Dorinha é apenas uma menina que se fascina com os truques que o mágico apresenta na cidade. Davi, na verdade, é apaixonado por sua irmã mais velha, a jovem Elisa (Larissa Manoela) - um sentimento que nasce com apenas uma troca de olhar entre os dois no baile de aniversário de 18 anos da moça, em que ele foi contratado para entreter os convidados com seus truques.

Ali surge uma paixão que desperta a ira do juiz Matias Tapajós (Antonio Calloni), pai das meninas, que não aceita o relacionamento por achar que o mágico não está à altura de sua filha. Mesmo com todos os obstáculos, o casal não desiste e resolve viver esse amor, contando, inclusive, com a ajuda de Isadora.

Só que essa história acaba em tragédia, quando Elisa é assassinada acidentalmente e Davi acaba sendo responsabilizado injustamente pelo crime.

Com a morte da filha, Matias fica desequilibrado e perde as condições de trabalhar e cuidar da família. Sua esposa, a forte e corajosa Violeta (Malu Galli), assume então a responsabilidade de cuidar de todos e se muda para a fazenda de seu pai, Afonso Camargo (Lima Duarte), em Campos dos Goytacazes.

Nessas terras que um dia foram um produtivo engenho de cana-de-açúcar será erguida uma fábrica de tecelagem, gerida por Violeta e Eugênio (Marcello Novaes), um empresário carioca atento às novas necessidades do país que se muda para a região. É nesse universo que Isadora cresce, enquanto Davi cumpre a pena por um crime que não cometeu. 

Dez anos de passam... 

Em 1944, Isadora (Sofia Budke/Larissa Manoela) agora é uma linda jovem, fisicamente muito semelhante à irmã. Apesar das lembranças, o trauma da morte de Elisa (Larissa Manoela) no passado a fez esquecer o rosto dela e do próprio Davi (Rafael Vitti). Determinada e forte, ela se aperfeiçoou na costura com os ensinamentos da tia Heloísa (Paloma Duarte), com quem tem uma relação muito carinhosa.

A Tecelagem Tropical

Ao longo desses dez anos, Violeta (Malu Galli) e Eugênio (Marcello Novaes) firmam sociedade, e, juntos, constroem a Tecelagem Tropical.

O antigo engenho de cana-de-açúcar agora abriga também uma vila operária, em que moram os funcionários da fábrica e os antigos moradores do local. Benê (Claudio Jaborandy), mestre-de-açúcar e administrador da fazenda, é quem ajuda Violeta a reerguer os negócios da família, afinal, é quem melhor conhece as terras.

A vila operária reúne famílias formadas, em sua maioria, por trabalhadores da fazenda que migraram para a fábrica. Depois de um dia intenso de trabalho na tecelagem, é no bar de Lorenzo (Vinicius Pieri/Guilherme Prates), filho da italiana Giovanna Martinelli (Roberta Gualda), que os operários vão se divertir. À frente de outro pequeno negócio está a sempre alegre Fátima Souza (Patrícia Pinho), esposa de Benê (Claudio Jaborandy), que é a responsável pela mercearia da vila.

Temas importante

A dinâmica na vila operária vai conter tramas sobre temas importantes como o protagonismo feminino, o machismo, a igualdade e o direito dos trabalhadores. A chegada das máquinas e a instalação da tecelagem revelam as mudanças de um país que transitava para um modelo de produção fabril.

Foto: Divulgação/TV Globo

No contexto internacional, a Segunda Guerra também vai impactar a produção da fábrica e a vida, principalmente, dos jovens moradores da vila, como Bento (Pedro Guilherme Rodrigues/Matheus Dias) e Lorenzo (Vinicius Pieri/Guilherme Prates), que acabam voluntariamente se alistando na Força Expedicionária Brasileira, deixando, respectivamente, seu pai Abílio (Luciano Quirino) e sua mãe Giovanna (Roberta Gualda) muito aflitos. Amigos desde a infância, Bento e Lorenzo são apaixonados pela mesma mulher, Letícia (Maria Luiza Galhano/Larissa Nunes), que é professora na escola da vila.

Fotp: Divulgação/TV Globo

De trem, saindo da vila operária e indo até a região central de Campos dos Goytacazes, é no Oásis Cassino que a simpática e divertida Julinha (Alexandra Richter), mãe de Arminda (Caroline Dallarosa), ama tentar a sorte no carteado. Apesar de ser o proprietário do lugar, seu marido, o boa praça Constantino Andrade (Paulo Betti), a proíbe de frequentar o espaço porque sofre com o vício da esposa em jogos. Mesmo com as restrições, Julinha sempre consegue dar suas escapadas, colocando Geraldo (Marcello Escorel), o crupiê do cassino, em maus lençóis com o patrão.

"Além da Ilusão" é criada e escrita por Alessandra Poggi com direção artística de Luiz Henrique Rios. A obra é escrita com Adriana ChevalierLetícia MeyFlávio Marinho e Rita Lemgruber. A direção geral de Luís Felipe Sá e direção de Tande BressaneJeferson De e Joana Clark. A produção é de Mauricio Quaresma e a direção de gênero é de José Luiz Villamarim.


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