Claudia Ohana e Giovana Cordeiro são desmascaradas no "The MasKed Singer Brasil"

As identidades das atrizes foram reveladas neste domingo (23), na semifinal do reality.

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Claudia Ohana e Giovana Cordeiro. Foto: Arquivo Pessoal/Giovana Cordeiro

Falta pouco para conhecermos o campeão da edição 2025 do The Masked Singer Brasil. Mas já adiantamos que a competição acabou para Tieta e Juma, personagens das novelas Tieta e Pantanal, desmascaradas neste domingo, 23, na semifinal da atração. E quem estava por trás das fantasias? Claudia Ohana e Giovana Cordeiro, respectivamente.

Claudia, que interpretou Tieta na primeira fase da novela, exibida originalmente entre 1989 e 1990 , e atualmente no ar no Vale a Pena Ver de Novo, estava bastante emocionada com a homenagem. Ela, que tem uma vasta experiência na música e já soltou a voz nas novelas - como esquecer Natasha, de Vamp, né mesmo!? - fez bonito ao som do medley "Ave Maria" e "Carinhoso".

"Dei tudo de mim neste palco", disse Claudia Ohana, satisfeita com o trabalho.

Ela, que só tinha contado para a filha Dandara que participaria do programa, ficou ainda mais feliz com a possibilidade de encarnar Tieta, personagem que foi dela na primeira fase da novela, sendo substituída por Betty Faria.

"Estou eu aqui brincando novamente de ser Tieta, isso é muito gratificante", contou a atriz, que citou a resistência dos participantes: "É preciso muita resistência pra cantar e dançar com a fantasia. A primeira vez que a coloquei dei uma panicada, mas foi só pisar no palco pra isso passar."

Na pele de Juma Marruá, a mulher que virava onça em Pantanal (1990 e 2022), Giovana Cordeiro também mostrou que sabe do potencial da sua voz e impressionou o público e os jurados ao som de "Lua Soberana" e "Maria/Maria". A atriz, que teve a oportunidade de cantar na novela Fuzuê e no filme e série "Meu Sangue Ferve por Você", se despediu da atração com gostinho de quero mais:

"O Masked foi uma grande escola, uma oportunidade linda, divertida, grandiosa de mergulhar no aprendizado da música e da dança. Eu estava muito feliz de estar num palco toda semana, o frio na barriga do tudo ou nada, do ao vivo... E tive uma feliz descoberta íntima. O programa foi desafiador, claustrofóbico e libertador ao mesmo tempo. Por trás da Juma, eu sentia que eu podia muito!", contou Giovana ao Portal de Entretenimento da Globo (Gshow).

Foto: Divulgação/TV Globo/Mauricio Fidalgo

A atriz revelou ainda como fazia para adequar as coreografias à fantasia:

"Eu ficava no quarto do hotel, sem a fantasia, ensaiando os movimentos, considerando que tudo tinha que ser maior e mais amplo para alcançar expressividade no corpo do boneco também, então, o esforço crescia umas sete vezes mais. Precisei trabalhar não só a voz, mas também a forma de interpretar dentro da fantasia, porque cada detalhe contava para despistar os jurados."

E sobre a homenagem à teledramaturgia, Giovana pontuou que foi assistindo a uma obra específica que brotou a vontade ser atriz:

"Eu queria ser a Jade, dançava em frente a TV com a novela. Quando criança pedi para o meu pai me levar num concurso de dança do ventre, num bailinho de carnaval, e fui toda preparada, ensaiada e com o meu figurino de Jade pronta para ganhar. E ganhei! Essa história me marcou. O Clone foi a primeira novela que eu me eu lembro de desejar fazer, foi aí que nasceu a vontade de ser atriz."

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