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Josiane expulsa Maria da Paz da mansão e assume a fábrica

As reviravoltas em "A Dona do Pedaço" seguem ao longo da semana.

por Redação, em 20/08/2019

Foto: Globo/Paulo Belote

Em ‘A Dona do Pedaço’, Maria da Paz (Juliana Paes) teve uma grande decepção ao flagrar Régis (Reynaldo Gianecchini) com Josiane (Agatha Moreira) no quarto da filha. Sua primeira reação foi atirar no marido para acabar com a cena aterrorizante. No entanto, por ter sido pega em flagrante, é presa por Camilo (Lee Taylor). Em choque, a empresária ainda se confunde em seus pensamentos e custa a acreditar que existe uma relação da jovem com o playboy. 

Márcio (Anderson Di Rizzi), ao saber da situação de Maria, pede a ajuda de Amadeu (Marcos Palmeira) no caso. Logo, ele consegue que a amada possa responder pelo crime em liberdade, mas Maria só pensa em encontrar Josiane para entender o que se passou naquela noite. Diante da filha, questiona o relacionamento com Régis e se surpreende com a jovem, que deixa claro não ter sentimentos genuínos pela mãe. Ela afirma que tudo não passou de um plano e ressalta que o padrasto voltará a morar com ela assim que sair do hospital. 

Foto: TV Globo/Paulo Belote

Maria fica chocada com a atitude de Josiane e, se não bastasse tanto sofrimento, ainda é expulsa da mansão junto com Evelina (Nivea Maria). Josiane alega ser a proprietária da casa e mostra que não está disposta a perder. Com a atitude da menina, Marlene (Suely Franco) prontamente acolhe Maria e a mãe em sua casa. A empresária tenta se recuperar com o apoio da amiga e voltar à rotina normal, mas ao chegar na fábrica para trabalhar se depara com a filha em seu lugar.

As cenas estão previstas para irem ao ar a partir de terça-feira, dia 20. A novela é escrita por Walcyr Carrasco, com Nelson Nadotti, Márcio Haiduck e Vinicius Vianna, e tem direção artística de Amora Mautner, direção geral de Luciano Sabino e direção de André Barros, Bernardo Sá, Bruno Martins Moraes, Caetano Caruso e Vicente Kubrusly. 



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Comentários (3) Postar Comentário

Televisivo comentou:

Que show da Juliana Paes. Personagem dificilima, pois é o estereótipo da mocinha ingênua e sofredora. Escorregou no começo por conta da direção, mas encontrou o tom. É lindo de acompanhar a evolução dela como atriz. Seus últimos trabalhos têm sido impecáveis.
Virei fã e por mais que discordem, coloca a atuação da Paolla Oliveira no bolso! Ontem só deu ela na sequência do tiro, engoliu o Gianechinni e a Agatha (que apesar do talento, escorrega em algumas cenas, sendo caricata demais)


Júlio respondeu:

Nada a falar da Juliana Paes. Ela não é nem boa e nem ruim, mas é competente e tem carisma, e consegue convencer quem assiste. Dizer que a personagem é difícil, eu concordo, pois eu nunca vi uma protagonista tão mal elaborada assim há bastante tempo. O autor quis criar uma protagonista extremamente estúpida para se poupar do trabalho de fazer um texto mais elaborado e complexo. Qualquer armação, por mais boba que seja, se justifica pelo perfil da personagem, que carece de um mínimo de verossimilhança para se tornar crível. A culpa aqui não é da atriz, mas do autor, que tem boas ideias mas utiliza recursos pobres ao extremo para desenvolvê-las. Me veio na memória, inclusive, a novela Celebridade, que tinha um mote semelhante e serve de referência para mostrar o quanto um bom texto faz diferença, pois as armações da Laura contra a protagonista, por mais pirotécnicas que fossem, deixavam a audiência em êxtase. A protagonista, embora estivesse sendo enganada, não precisou ser escrita como uma completa ignorante, mas era inteligente e astuta, o que tornava o texto desafiador e instigante. Mas seria demais esperar algo desse nível vindo do autor do "eu cresci num convento" ou "mãe de bicha" ou ainda "se casou com uma boleira" ou também "o delegado, o psiquiatra..." ou "Josiane não, Jô" e tantos outros refrões repetidos a exaustão. E olha que eu só pesco um momento e outro da novela, pois não tenho estômago para ver um capítulo inteiro do início ao fim. Como ontem, quando eu senti até constrangimento vendo a Deborah Evelyn e a Natália Timberg tendo que falar aquele texto horroroso na cena do hospital. Quando a gente vê o nível de Por Amor à tarde, fica se perguntando por que a Globo resolveu jogar no lixo o seu padrão de qualidade.



Ono respondeu:

Onde é que curte mil vezes? Juro que também não consigo entender quem está aplaudindo esse circo de horrores que é esse arremedo de novela. Será que é porque o Sétimo Guardião conseguia ser infinitamente pior e está fazendo esta parecer uma obra-prima da teledramaturgia? Quando teremos novelas clássicas como antigamente, com uma sinopse interessante, um bom texto, bons atores, boa trilha sonora, boa direção, boa caracterização, bons cenários com uso de externas etc.?



Glória Dias respondeu:

Juliana Paes consegue humanizar e passar verdade nos seus personagens desde o olhar até o caminhar. Ela vem de sequências de três personagens extremamente difíceis.. Dois Irmãos, A Força do Querer e A Dona do Pedaço. E consegue extrair e acessar lados que pouquíssimos atores conseguem. E digo mais as vezes ela faz milagre! Mesmo com um texto fraco consegue pretender o público e fazer o produto ser um grande sucesso



Televisivo respondeu:

Perfeito comentário Júlio, adorei seu parecer. Realmente, o Walcyr escreve de uma maneira bem rasteira. É tudo mal elaborado, por isso eu digo, que graças ao carisma e talento da atriz, a personagem ainda consegue o mínimo de credibilidade.


Tereza comentou:

Qualidade técnica de produção e direção de primeira, pena a trama c tanta maldade, matadores convivendo normalmente c garotas ricas, como se fosse usual enfim, muitos furos


Júlio respondeu:

Direção de primeira? Espero que vc não esteja se referindo àquelas cenas toscas dos assassinatos pela Josiane. Ou àquele flagrante ridículo que culminou no tiro ao Régis.


Tereza comentou:

Tb não gostei daquelas cenas, mas as diversas vilanias, são mostradas en passant, diluídas
O excesso de trejeitos de Paola tb estranhei, fazia tempo q não via a novela. Alguém na novela deveria ter uma fala maior, corrigindo os malfeitos, novela é didática no Brasil.

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