
Uma minissérie de Maria Adelaide Amaral sobre a vida de Carlos Gomes (1836-1896), com o título de O Selvagem da Ópera, foi a obra escolhida para substituir Sem Limite, de Euclydes Marinho. Inicialmente, a produção seria para 2021, mas foi antecipada porque a direção artística avaliou abuso sexual no texto de Nelson Rodrigues (1912-1980), que serviria de inspiração para Sem Limite.
Em O Selvagem da Ópera, Maria Adelaide Amaral voltará a repetir a parceria com Denise Saraceni, que dirigiu Anjo Mau (1997) e A Lei do Amor (2016). O elenco da produção começou a ser escolhido nesta semana.
"É uma supersérie de 70 capítulos sobre Carlos Gomes, compositor brasileiro que grande parte das pessoas já ouviu, mas que não sabe quem é. Um compositor internacionalmente conhecido, e brasileiro”, disse Adelaíde em abril numa entrevista ao G1.
Com informações do jornalista Daniel Castro, do UOL.
+Informações sobre a minissérie sobre Carlos Gomes:
Maria Adelaide Amaral escreverá minissérie sobre Carlos Gomes
Maria Adelaide Amaral confirma supersérie sobre Carlos Gomes
Comentários (6) Postar Comentário
Vem fracasso. Depois de A Lei do Amor dificil Maria emplacar algo.
Chatice à vista: Adelaide voltando a dar aula de história com a direção-bandejão de Denise cadê o meu feijão Saraceni. Já posso escutar os acordes de "O Guarani" ecoando pelo ar...
Exercente escolha torço para que Maria Adelaide Amaral ,vem inspirada nessa super serie depois do trauma que sentiu em a lei do amor.
QUERO NATÁLIA DO VALE COMO A ESPOSA DE CARLOS GOMES NESSA SUPERSÉRIE, TODOS ESTÃO VENDO EM ORGULHO E PAIXÃO QUE ELA SABE INTERPRETAR PERSONAGENS DE ÉPOCA COM MAESTRIA, SERÁ MAIS UM GRANDE SUCESSO DE MARIA ADELAIDE AMARAL E NATÁLIA DO VALE.
Fico aqui me perguntando se uma história biográfica não ficará cansativa e perderá parte de sua qualidade com 70 capítulos. Eu, particularmente, acho muito extensa pra este tipo de produção. Deveria ter no máximo uns 20 capítulos. Se Onde Nascem, que tinha uma narrativa alucinante e uma história instigante, para muitos ficou “cansativa” com apenas 53 capítulos, imagine essa...
Se ela estiver afiada como foi na excelente A Muralha, será uma boa produção (ainda que não venha a dar muita audiência, pois, infelizmente, há quem só queira ficção mais do mesmo dos últimos tempos - e não estou aqui dizendo que entretenimento despretensioso não seja bacana e que tudo tenha que ser cultural e intelectivo). Maria Adelaide quando se propõe a fazer esses resgates históricos, costuma mandar bem. Mas, acho que poderia ser em uma quantidade menor de capítulos.