Doze pessoas confinadas com um objetivo em comum: ganhar R$ 2 milhões. Esse é o prêmio do reality show ‘Supermax’, que se passa em um presídio de segurança máxima em plena Floresta Amazônica. O que os participantes não sabem é que a construção foi desativada por ser considerada desumana. Para criar este ambiente inóspito e grandioso, foi erguida em uma das cidades cenográficas dos Estúdios Globo, uma prisão com três andares e 800 metros quadrados, toda eletrônica. A estrutura, onde se passa o reality fictício que dá nome à série, serviu de cenário também para a versão internacional da trama.
“O presídio tem uma cara moderna, mas tem um olhar imaginativo, retrô, para criar um ambiente mágico, para que o público se sinta num lugar onde nunca esteve. Já fiz vários policiais e, geralmente, partes dos presídios são construídos em estúdios ou filmados em fábricas abandonadas. Uma estrutura dessas, com essas características, é inédita. Ela dá a ‘Supermax’ personalidade e autonomia”, ressalta o diretor geral e um dos criadores da série, José Alvarenga Jr. São doze celas com portas automáticas e estrutura independente para cada um dos participantes, como cama e vaso sanitário. Na área comum, uma grandiosa escada de metal dá acesso ao refeitório e à sala de TV. A atmosfera cinzenta conta com um imponente teto no estilo vitral, que confere modernidade ao local.
Para criar esses ambientes, com espaços reais, o presídio foi construído numa tenda de onze metros de altura. “O cenário tem nove metros de altura, e um estúdio não comportaria isso. A tenda foi feita especialmente para a gente, com um piso cimentado. O único espaço que é um cenário é o quarto do pânico, que tem um espelho espião. O resto é todo de verdade, até a cozinha, com tudo funcionando”, explica o cenógrafo Claudio Domingos.
O cenário conta ainda com um total de onze câmeras espalhadas, cinco vindas do ‘Big Brother Brasil’. Na captação das imagens, trabalharam profissionais que operam os equipamentos no BBB, para conferir ainda mais veracidade ao reality fictício. Alvarenga “importou” também o francês Eric Catelan, especializado em steadicam (câmera que fica acoplada ao corpo do operador), que já trabalhou em grandes produções do cinema internacional, e o diretor de fotografia André Faccioli, que buscou um olhar diferenciado para o produto. “Criamos um projeto de fotografia que tende a ser mais escura, para contar bem essa história. Trabalhamos no limite da câmera, com pouca luz, aproveitando a sensibilidade do equipamento para evidenciar a atmosfera do espaço”, conta Faccioli.
O elenco traz Mariana Ximenes, Cléo Pires, Erom Cordeiro, Bruno Belarmino, Nicolas Trevijano, Ademir Emboava, Maria Clara Spinelli, Rui Ricardo Diaz, Fabiana Gugli, Mario César Camargo, Vania de Brito, e Ravel Andrade.
‘Supermax’ é uma criação de José Alvarenga Jr., Marçal Aquino e Fernando Bonassi e tem direção geral de José Alvarenga Jr. A atração tem estreia prevista para 20 de setembro e vai ao ar às terças-feiras depois de ‘Justiça’.
Comentários (5) Postar Comentário
O que me desanima numa produção de terror nacional, é que rostos conhecidos não me causam impacto..o terror não aterroriza, rsrs.. fica sem veracidade. Mas vamos ver, quem sabe não mudo de opinião!
AN-CI-O-SO!!! essa serie promete,Globo como sempre botando pra quebrar e deixar as inimigas pra chorar (recopia)!!!
O lado chato pra mim é que parte do elenco e conhecido pelo público,deveria ser pessoas desconhecidas assim seria mais verosímil,fico imaginando ver mariana Ximenes em cenas de terror ,esse gênero e conhecido por ter um elenco fora dos padrões de Hollywood, nenhum super astro fez esse tipo de trabalho,ainda bem , pôs os novos atores se dispõem a interpretar cenas pesadas de violência explícita
so as duas sao famosas. o seriado precisa ter nomes de peso aqui pra chamar audiencia. O resto do elenco é tudo desconhecido ou aparecem pouco em producoes, como o Erom Cordeiro.
Na minha opinião seria trazer a esse seriado atores desconhecidos, nao poderia misturar atores de novelas, com atores de cinema.