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‘Altas Horas’ recebe Bruna Linzmeyer, Caco Barcellos e KLB

E mais: Maisa Silva, Nayara Azevedo e Roberta Campos.

por Redação, em 15/04/2022
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Bruna Linzmeyer. Foto: Divulgação/Globo

O ‘Altas Horas’ deste sábado, dia 16, está repleto de convidados que representam diferentes gerações. As atrizes Bruna Linzmeyer e Maisa Silva, e o jornalista Caco Barcellos, se unem às atrações musicais KLB, Nayara Azevedo e Roberta Campos para trazerem ao palco, sob o comando de Serginho Groisman, um papo sobre os caminhos de suas carreiras. A plateia participa e enche o programa com a energia de fã.

Bruna, que viveu a personagem Madeleine na nova versão de ‘Pantanal’, descreve, entre outros assuntos, a região de Mato Grosso do Sul, onde a novela foi gravada. “É um horizonte sem fim, tem muitos bichos, muito som de bicho, muitos pássaros. É muito calor também. Tem uma atmosfera diferente, e é difícil de chegar e se manter lá porque é muito isolado. Mas foi muito especial, lá é muito bonito”. A atriz também cita a volta ao estado para gravar o longa “Cidade, campo”, de Juliana Rojas.

Maísa, por sua vez, dona de uma trajetória de sucesso na TV como apresentadora e atriz desde muito jovem, além da passagem pela música, revela o que tem vontade de fazer no futuro. “Quero continuar atuando e apresentando. Além disso, sou sócia de uma agência de publicidade, afinal, a carreira artística e a publicidade andam juntas”, diz. Ela também expressa sua admiração pelo trio KLB, que acompanhou sua infância e as viagens de caminhão que fazia com seu avô.

Caco Barcellos, jornalista que comemora 50 anos de carreira, apresenta o ‘Profissão Repórter’ e é autor de livros-reportagem como “Rota 66”, que denuncia a violência policial e deve virar uma série original Globoplay, explica que a sua motivação para temas de injustiça social e violência está relacionada à sua própria história de vida: “Venho de família simples [...]. Essas injustiças são de casa, da periferia de Porto Alegre, que é de onde eu sou [...]. Conheci de perto a violência do Estado”. Ele também descreve a ideia por traz de “Rota 66”: “A história começa em abril de 1970, quando foi criada a Polícia Militar, e eu decidi: ‘vou investigar todas as pessoas que polícia matou até hoje’. Em sete anos não consegui identificar todas [...], mas identifiquei 4.200 jovens, a maioria formada por negros, trabalhadores e alguns criminosos”, conta. 

Já nos musicais, Roberta Campos canta “Casinha Branca”, “De Janeiro a Janeiro” e “Começa Tudo Outra Vez”; KLB apresenta “A Dor desse Amor”, “Ela Não Está Aqui” e “Everything I Do”, além de falar sobre a turnê dos mais de 20 anos da banda; e Nayara Azevedo, que traz sucessos como “Avisa Que Eu Cheguei” e “50%”, também conta sua passagem pelo BBB: “Sou muito grata pela experiência, foi só positivo tanto na minha carreira quanto no pessoal. Tenho muita gratidão. Quando recebi o convite pensei ‘por que não?’”, diz.

Outra atração do programa é uma batalha de rima com os MCs Thiago Alves (TH), Levinsk e Bl4ck de Simões.

O ‘Altas Horas’ tem apresentação e direção geral de Serginho Groisman, direção de Adriana Ferreira e vai ao ar aos sábados depois de ‘Pantanal’.

Comunicação Globo 


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