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Osmar Prado relembra início de carreira ao falar sobre Nada Será Como Antes

O ator defenderá um homem sem escrúpulos na próxima série da Globo.

por Redação, em 16/09/2016

Foto: Globo

Para Osmar Prado, fazer parte do elenco de Nada Será Como Antes é muito mais do que contabilizar mais um trabalho excepcional no currículo. É contar a sua própria história. Afinal, a obra de Guel Arraes e Jorge Furtado mergulha nos bastidores do início da televisão no Brasil. "Comecei a minha carreira de ator na década de 60, fiz novela ao vivo. Então, para mim, reviver esse período é algo muito saudoso. Naquela época não existia videotape, era uma extensão do trabalho teatral. Poucos atores faziam", relembra o veterano.

Com mais de 55 anos de seus 69 dedicados à dramaturgia, não há dúvidas de que Osmar Prado é um profissional incansável e apaixonado pela arte. Nem mesmo o tumor na garganta, identificado em 2013, foi um motivo para abandonar o trabalho. Ao contrário: o papel na minissérie Amores Roubados, oferecido pelo diretor José Luiz Villamarim, lhe deu ainda mais forças para continuar sua trajetória. "Naquela época, eu estava com 53 quilos e filmei em Petrolina (PE) entre uma cirurgia e outra. Ele (Villamarim) só me chama para fazer coisas muito legais. Então é uma honra trabalhar com ele novamente em Nada Será Como Antes", elogia.

Hoje, com 60 quilos e já recuperado, Osmar viverá o magnata Pompeu Azevedo Gomes na série que estreia no dia 27/9. Segundo ele, o personagem, que é pai de Otaviano (Daniel de Oliveira) e Julia(Letícia Colin), é um homem sem escrúpulos e que atropela quem estiver na sua frente: "Ele é um empresário riquíssimo e uma velha raposa política. Mas está com uma certa dificuldade de se reeleger por ter um pensamento conservador. Ele não acreditava na televisão porque, naquela época, era um item difícil de ser adquirido. Mas quando ele percebe que a combinação da imagem com o som é mais convincente do que o rádio, ele se rende".

Nada Será como Antes é uma série de Guel Arraes e Jorge Furtado, com redação de Guel Arraes, Jorge Furtado e João Falcão, e direção artística de José Luiz Villamarim.



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