O Outro Lado do Paraíso: Gravidez de Tonia faz Raquel terminar com Bruno

Plano de Nádia dá certo.

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Raquel (Erika Januza). Foto: Divulgação/TV Globo
Raquel (Erika Januza). Foto: Divulgação/TV Globo

Em O Outro Lado do Paraíso, o plano de Nádia (Eliane Giardini) e Tônia (Patrícia Elizardo) para separar Raquel (Erika Januza) e Bruno (Caio Paduan) dará certo.

A médica vai chegar de surpresa na casa do ex para dar a notícia da gravidez. "Apareceu. Ótimo. Eu devia chamar o oficial de justiça agora pra assinar a intimação de divórcio. Você sumiu daqui pra não assinar a intimação. Eu devia ter botado um detetive atrás de você. Mas esperamos. O Renato (Rafael Cardoso) também colaborou. Disse que tinha dado um prazo pra você aparecer", dirá o delegado.

Nádia, então, dirá que ele e Raquel, que está hospedada na casa se recuperando do atropelamento, estão sendo desagradáveis por não perguntarem à Tonia como está sua saúde. "Estou surpresa. Bruno, a sua mãe preparou algum golpe. Tônia, explique por que apareceu agora", pedirá Raquel. "Eu não sou de golpes. Mas acredito que a Tônia tem algo a nos dizer", responderá a sogra, abrindo caminho para a revelação da médica. "Mas já não devia ter alguma barriga?", questionará o delegado - "Pra algumas mulheres, a barriga demora mais a aparecer. O que importa, Bruno, é que estou grávida como sempre quisemos. Vamos ter o nosso filho". Bruno achará tudo muito esquisito, mas Raquel logo rebaterá: "Não é nada esquisito. Você estava fazendo jogo duplo, não Bruno? Dizia que me amava, que ia se divorciar... mas continuava com sua mulher. Acha justo, me enganar dessa maneira?".

"Raquel, eu não fiz jogo duplo. Houve só uma época...que eu e você recomeçamos, eu ainda tava com a Tônia, mas faz tempo. Eu tou fazendo as contas, não bate", tentará explicar ele. "Fez jogo duplo. Para mim acabou. A senhora, dona Nádia, costuma falar do quilombo... fazendo piada. Mas nós, de lá, temos nossas normas. Eu não queria destruir uma família. Eu disse que se você tivesse um filho, Bruno, não continuava com você por mais que tenha meus sentimentos. Tem que cuidar do seu filho, Bruno.", dirá Raquel. "Imagina se eu quero a Miss Quilombo aqui em casa? Que suportei por um instante servir essa mulher, botar comidinha na bandeja? Eu tive vontade de botar veneno de rato na comida. O que importa é que acabou. Já vai tarde, Miss Quilombo. A minha nora, minha verdadeira nora, que nunca se divorciou de meu filho, está grávida. Vou ter um neto, e estou muito orgulhosa", provocará Nádia.

Raquel, então, voltará para o flat e Bruno irá atrás, tentar argumentar: "Raquel, não precisa ser tão radical. A Tônia diz que tá grávida. Deve estar, não ia inventar. Mas eu posso me divorciar, casar com você. A lei não impede". Decidida, a juíza dirá: "Não nasci para ser a outra. Bruno, é melhor sair por aquela porta e nunca mais voltar".

As informações são do jornal Extra.

Comentários (5) Postar Comentário

Chev Chelios
Chev Chelios comentou:

Gianechni no lugar do Heriberto Leão seria para ele o melhor papel da vida dele

GUI
GUI comentou:

Isso daí é recurso de novela de época, onde já se viu gravidez atrapalhar relacao entre pessoas que se gostam hoje em dia? aiai, Walcyr...

Federico Rivera
Federico Rivera comentou:

Em novela mexicana isso é natural,talvez pelo conservadorismo daquele país.No Brasil,faz tempo que filho não prende marido(óbvio que um bom pai se faz presente,e deve sim da todo apoio),mas daí fazer relacionamento acabar,é demais.Bruno não ama Tônia,e isso é evidente,então pra quê ele vai deixar a Raquel só por conta do filho com a ex?A novela é um sucesso?É!Mas é inegável que Walcyr usa mecanismos de novela de época em todos os tempos.Tem acontecido coisas ultimamente na novela,que se fosse numa trama de época seria natural,mas contemporânea é muito surrealismo.

Chev Chelios
Chev Chelios comentou:

Do critico de novelas Nilson Xavier
18/01/2018
Com o fim do “Zorra Total” (há quase três anos), a Globo aboliu também um tipo de humor já considerado anacrônico: o que provoca o riso fácil ou mecânico, com base na caricatura e no estereótipo, às vezes de gosto duvidoso, sempre com os mesmos roteiros, em pequenos esquetes, com algum bordão ou frase de efeito. Nem é o caso de não haver mais espaço para esse tipo de humor na TV (vide “A Praça é Nossa” do SBT). Mas a Globo preferiu a renovação, substituindo o “Zorra Total” pelo “Zorra” – com um humor, digamos, mais refinado, que nada tem a ver com o programa antigo.
Diante de algumas críticas de que sua novela “O Outro Lado do Paraíso” andava meio sombria na primeira fase, eis que Walcyr Carrasco traz de volta o mesmo humor que a emissora fizera questão de banir de seu horário nobre. Já esperava por isso quem conhece a obra do autor – de tortas na cara e gente arremessada no chiqueiro em suas novelas dos horários das seis e sete. Se Carrasco não poupou sua última trama das nove, “Amor à Vida“, do humor fácil com texto rasteiro, porque iria poupar o público de “O Outro Lado do Paraíso“?
E temos então os bordões repetidos EM TODA CENA com aqueles personagens. Aliás, todo dia, AS MESMAS CENAS, mesmas situações e mesmas falas. Até maio (fim da novela), ouviremos diariamente Cido (Rafael Zulu) se referir a Dona Adinéia (Ana Lúcia Torre) como “mãe de bicha“, sempre nas mesmas situações. Da mesma forma, em quase todo capítulo os gays predadores do salão de beleza assediam o rapagão hétero – são sempre as mesmas frases, com pouca variação do roteiro, que provoca o riso automático ou nervoso (quando provoca). Como nos esquetes do “Zorra Total“.
Falando nos gays da novela, a abordagem à homossexualidade em “O Outro Lado do Paraíso” chega a ser um retrocesso em face ao avanço alcançado recentemente por “A Força do Querer“
Se a reiteração já era uma das principais críticas à novela lá em seu início, imagina agora que Carrasco apelou para o humor raso e repetitvo. Se esse tipo de humor mal rende hoje um programa semanal, imagina uma novela diária! Todavia, a audiência de “O Outro Lado do Paraíso” vai indo muito bem: uma média geral de quase 35 pontos no Ibope da Grande SP – um sucesso

BRUNO
BRUNO comentou:

Pode uma novela mais tosca? O texto do Carrasco e as situações que ele cria são sofríveis. Os atores se esforçam, a direção é primorosa. Só isso. E pensar que tiraram a dupla de Cama de Gato pra colocar essa bobagem no lugar. Saudades d'A Força do Querer.