
O OTT (sigla para Over The Top) da Globo, novo serviço de streaming que o grupo prepara, já gera ciúmes nos bastidores.
De acordo com Patrícia Kogut (O Globo), profissionais da emissora estão incomodados com o estímulo que a Globo tem dado para que cineastas apresentem projetos. Conforme já informou OPTV, Assédio, com direção artística de Amora Mautner, será um dos lançamentos da plataforma, assim como Ilha de Ferro, série dirigida por Afonso Poyart.
Ainda segundo Kogut, o novo serviço de streaming ainda não tem nome oficial, mas uma ala defende que seja chamado de Globo Play, como o aplicativo. Nos bastidores, é tratado como “Globoflix”, em alusão à Netflix.
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Uma solução seria usar a plataforma existente da Globo Play, acrescentando a etiqueta "Prime" no conteúdo exclusivo. Ou seja, haveria dois tipos de cadastro na mesma plataforma: o grátis (novelas, séries da TV aberta, jornalismo e variedades) e o pago (assinante "Prime": Assédio, Ilha de Ferro). A Amazon opera mais ou menos dessa forma.
Porque seriam dois públicos na mesma plataforma (o público tradicional e o público que busca transpor barreiras), mas a qualidade "Globo" estaria presente nas duas etiquetas. O Gshow até poderia ser extinto. Dessa forma, séries canceladas como Os Aspones poderiam ressuscitar em nova temporada, pelo "Prime", sem a cobrança de ibope.
Ou deveria ser criada mais uma plataforma?
#OsAsponesNovaTemporadaGloboPlayPrime
só trouxa paga pra ver porcaria
Com a qualidade do HD, haverá necessidade das emissoras "canais abertos" e "por assinatura" reverem contextos: Para ser paga tem que ter conteúdo/enredo, porque o que seria atrativo nas teves a cabo: qualidade de áudio e imagem, as antenas digitais tal como as parabólicas concorrem em "pé de igualdade".