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Mariana Ximenes apresenta Luísa, a Condessa de Barral

A atriz fala de sua personagem em "Nos Tempos do Imperador".

por Redação, em 13/01/2021

Foto: TV Globo/João Miguel Jr.

Uma mulher à frente do seu tempo, educada na Europa, empoderada, inteligente, culta e articulada. Assim é Luísa Margarida de Barros Portugal ou apenas Condessa de Barral. Luísa ficou conhecida por ser amante de Dom Pedro II, porém, a sua história é muito mais do que isso. Ela foi a preceptora das princesas Isabel e Leopoldina e contribuiu muito para o traquejo e formação das herdeiras do imperador.

Essa baiana, de Santo Amaro, é a atual menina dos olhos de Mariana Ximenes, que interpreta a nobre em Nos Tempos do Imperador. E a atriz não esconde o orgulho de dar vida a essa mulher tão forte na próxima novela das seis, que teve sua data de estreia adiada.

“Não conhecia a história da Barral e assim que soube do papel o meu pai me presenteou com o livro ‘Condessa de Barral, a paixão do Imperador’. Devorei em pouquíssimo tempo. Que mulher! Espirituosa, com grande conhecimento, diplomacia, elegância, influenciou as princesas com seus valores, enfim, uma mulher de muita força e apaixonante”, entusiasma-se a atriz, que enxerga semelhanças entre ela e a personagem: “Barral é muito humana, justa, ética, tem valores, e eu prezo muito isso.”

Foto: Reprodução/Instagram

CONHEÇA A TRAMA DE NOS TEMPOS DO IMPERADOR

Para compor essa mulher do século XIX e que deixou registrado o seu nome na história do Brasil, Mariana foi além da pesquisa tradicional. Ela fez um trabalho psicológico para entender quem foi a condessa a fim de poder construí-la. No mais, foram conversas e conversas com Selton Mello, intérprete de Dom Pedro II, com o diretor artístico Vinícius Coimbra, e com os autores Alessandro Marson e Thereza Falcão. O livro também foi fundamental para Mariana traçar um norte.

“Como não estamos fazendo um documentário, eu precisava de muitos insumos para compor a Barral do folhetim. A psicanalista Katia Achcar me ajudou neste trabalho, e o livro com as cartas de Dom Pedro II à condessa foi fundamental para eu entender que amor foi esse e as implicações desse romance. Por mais que eu faça a minha versão, espero ser leal à personalidade e características dela, peço licença para poder entrar”, observa Mariana.

E foi justamente quando vestiu o figurino que Mariana entrou de fato no universo de Barral. Foi nesse momento que o ritual começou. Os vestidos rebuscados e elegantes da nobre ornam com os cabelos mais escuros e as lentes de contato castanhas, adotadas pela atriz: “Eu adoro poder mudar a cada personagem, esse é o barato da minha profissão. Não hesitei em escurecer os cabelos e colocar as lentes castanhas. Quero servir totalmente à personagem.”.

Predicados não faltam a Barral, mas como será que o público vai reagir ao romance clandestino da condessa com o imperador? Mariana defende a personagem e pondera que o amor dos dois era pulsante, verdadeiro, praticamente inevitável, mesmo sendo casados, ele com a imperatriz Teresa Cristina, papel da atriz Leticia Sabatella, e ela com Eugênio, o Conde de Barral, interpretado por Thierry Tremouroux.

“O amor de Pedro e Barral é sublime e romântico, e ambos são humanos, propensos ao erro. Mas se dedicar ao amor é um erro? E por ser o imperador, Pedro não pode errar? São vários questionamentos, no entanto, eu sou sempre a favor do amor! Sempre!”


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