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Kelzy Ecard fala sobre reviravolta de Nice em Segundo Sol

Atriz comenta relevância de Nice na vida de mulheres.

por Redação, em 15/08/2018

Foto: Globo/João Cotta

Após 25 anos de uma carreira bem-sucedida e premiada no teatro, Kelzy Card está no ar como Nice, em Segundo Sol. Mulher de Agenor (Roberto Bonfim) e mãe de Rosa (Letícia Colin) e Maura (Nanda Costa), Nice sofre as agressões verbais e psicológicas de um parceiro machista e opressor, protagonizando cenas fortes e emocionantes.

“Sou uma sortuda de ter começado a fazer a minha primeira novela com essa personagem, que pode falar de uma coisa tão importante”, opina a atriz em entrevista ao Gshow, portal de entretenimento da TV Globo.

E um novo momento parece se iniciar para Nice, que conta com uma enorme torcida para que a personagem dê um basta no marido. Apesar da resistência de Agenor, Nice aceitou o emprego na cozinha do restaurante de Cacau (Fabiula Nascimento). Para Kelzy, Cacau é uma das maiores responsáveis pela mudança de Nice.

Ao conquistar um espaço que há tempos havia perdido, Nice prenuncia uma virada em sua história. Kelzy acredita que a volta por cima da personagem vai inspirar muitas mulheres a saírem de relacionamentos abusivos e tóxicos.

“Isso é uma das coisas que mais tem me comovido, de como as pessoas torcem para que a atitude dela inspire outras pessoas. Tenho recebido muito esse retorno, de que se ela conseguir dar a volta por cima, o quanto isso vai ser importante para o tanto de Nice que tem por aí ainda, pelo Brasil e pelo mundo, infelizmente.”, analisou.

A violência doméstica sofrida por Nice não é incomum na vida real. Segundo Kelzy, a dependência experimentada por mulheres que se encontram em condições similares às da personagem pode ser financeira, mas também emocional.

Com um núcleo familiar composto por Roberto BonfimLetícia Colin e Nanda Costa, Kelzy afirma que os colegas a ajudam com as cenas de carga mais pesada.

“Tem dias que são muito duros. Mas a gente tem um ambiente muito bacana, amoroso. A gente é muito parceiro. Na hora que está gravando, estou lidando com aquilo ali, com aquela energia da cena. Acabou, a gente se abraça, se cuida, se protege e vai largando um pouco lá. Se não, não sobrevive.”, analisa a intérprete.



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