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José Loreto e Monica Iozzi participam da 2ª temporada de "Carcereiros"

A série é estrelada por Rodrigo Lombardi.

por Redação, em 10/04/2019

Paraíba (José Loreto). Foto: Divulgação/Globo

Desde que passou por cima dos códigos que regem as relações entre agentes penitenciários e detentos para se entregar a uma paixão avassaladora, Adriano (Rodrigo Lombardi) assiste à própria vida tomar novos rumos. Afinal, a escolha por Erika (Letícia Sabatella) significa muito mais do que um romance: representa a decisão de sobrepor a relação à firmeza com a qual sempre defendeu os seus princípios. Não à toa, a situação acaba deixando rastros não só em sua vida pessoal – ao lidar com a filha, a ex-mulher, o pai e a namorada dele –, como também em sua vida profissional, justamente porque as fronteiras que separam os dois âmbitos ficam cada vez mais tênues. Neste contexto, o agente penitenciário acaba cruzando novos limites já no primeiro episódio da segunda temporada de ‘Carcereiros’, que vai ao ar no próximo dia 16 de abril.

Para quem vive a cinzenta rotina do cárcere, poucos são os momentos capazes de tingir com qualquer fio de cor, por mais fino que seja o traço, um cotidiano marcado pela desesperança e pela solidão. No caso do presidiário Paraíba (José Loreto, em participação especial), esses raros instantes costumam sempre chegar acompanhados de letras, traduzidas no mais puro sentimento que o motiva a olhar adiante: o amor. Apesar do conhecido – e temido – temperamento brigão que adotou para sobreviver à realidade imposta pela cadeia, é nas horas em que recebe as cartas da mulher, Rejane (Karol Conka, em participação especial), que o sujeito deixa de lado a atitude sisuda para pensar na amada. 

Adriano, é claro, sabe disso. O carcereiro entende a influência das cartas no comportamento de Paraíba, principalmente porque, assim como Daniela (Monica Iozzi, em participação especial), sua colega no presídio Filinto Prates e a profissional responsável pela triagem da correspondência aos detentos, entende o conteúdo que elas carregam. É por isso que uma carta em especial acaba levando o agente penitenciário a tomar uma decisão inadequada: Daniela avisa ao carcereiro que, em sua última mensagem, Rejane está colocando um ponto final na relação com o marido. Temendo a fúria de Paraíba com a notícia, Adriano pede à colega que se passe por Rejane e continue escrevendo para o preso, sem deixá-lo saber da verdade.

Foto: Globo/Ramón Vasconcelos

A princípio, Daniela resiste, mas não demora muito para topar a proposta de Adriano. E ao fazê-lo, demora ainda menos para se render ao lado lúdico de trocar quentes juras de amor com seu correspondente, mesmo que ele não faça ideia de quem ela realmente seja. Afinal, a vida da moça, apesar da sua liberdade, não se difere muito da vida de Paraíba, no que diz respeito aos dias pares. De casa para o Filinto Prates, do Filinto Prates para casa. Por vezes, um encontro com um amigo aqui ou ali. É neste cenário de monotonia que a troca de cartas surge para colorir a rotina de um cárcere sem grades, mas igual em solidão. O sentimento só fica ameaçado quando Rejane surge no presídio para entregar ao marido os papéis do divórcio, fazendo com que toda a verdade venha à tona.

Em paralelo, Adriano, o responsável por todo o esquema, não escapa ileso do poder das letras. Inspirado pela situação vivenciada no presídio, o carcereiro pede a Daniela que também o ajude a enviar cartas de amor a Erika (Letícia Sabatella), já que dois seguem mais apaixonados do que nunca, mesmo depois dela ter sido presa por matar o ex-companheiro para salvar o agente penitenciário. Em uma de suas visitas ao presídio feminino, ele leva a carta escrita pela colega de trabalho, como se fosse sua. Mas a namorada não demora a sacar que a mensagem não é de autoria do namorado, restando a Adriano a decisão de tentar ou não escrever novamente - desta vez, se expressando através das próprias palavras.

A segunda temporada de ‘Carcereiros’ estreia na próxima terça-feira, dia 16, logo após ‘Se eu fechar os olhos agora’. A série é escrita por Fernando Bonassi, Marçal Aquino e Dennison Ramalho, ao lado de Marcelo Starobinas, Aly Muritiba e Paulo Lins, e tem direção geral de Eduardo Belmonte. Livremente inspirada na obra de Drauzio Varella, é uma coprodução da Globo com a Gullane e a Spray Filmes, e conta com direção de episódios de Belmonte, Aly Muritiba, Dennison Ramalho, Philippe Barcinski e Raoni Rodrigues. 



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