
Na tarde do último domingo, 10/04, foi a vez do público conhecer a identidade do Pavão. A cantora Negra Li deu vida ao personagem cheio de elegância e graça. “Vou levar para o resto da vida. A sensação de estar ali é única, ainda mais dentro da máscara, vendo tudo e ninguém vendo você. A máscara dá uma liberdade enorme”, conta.
'The Masked Singer Brasil’ é uma coprodução TV Globo e Endemol Shine Brasil, baseado no formato sul-coreano criado pela Mun Hwa Broadcasting Corp, tem supervisão artística de Adriano Ricco (TV Globo) e direção de Marcelo Amiky (Endemol Shine Brasil). O reality vai ao ar nas tardes de domingo.
Entrevista com Negra Li
Conte um pouco da experiência de participar do ‘The Masked Singer Brasil’.
Foi muito legal! Eu assisti à primeira temporada e sempre achei que seria muito divertido estar ali cantando. Foi um super desafio. Você pode colocar a voz e dar vida ao personagem, que foi o mais difícil para mim. Foi muito bom. Vou levar para o resto da vida, a sensação de estar ali é única, ainda mais dentro da máscara, vendo tudo e ninguém vendo você. A máscara dá uma liberdade enorme.
Como foi vestir a fantasia do Pavão pela primeira vez?
Eu amei ser o Pavão! Foi um desafio enorme, mas eu fazia as coreografias e me divertia. Eu tinha um respeito enorme pela fantasia, entrava no camarim, abraçava e falava: “Vamos lá, Pavão! Me ajuda aí, maravilhosa!” Risos.
Como foi ser desmascarada e ver a reação do público?
Eu fui quase até a semifinal, foi gostoso, uma alegria. Eu queria mostrar para as pessoas a minha versatilidade musical, meu gosto e o quão longe a minha voz pode ir; as coreografias e tudo que eu poderia fazer. Eu só queria ficar na competição, mas na hora fiquei muito feliz de poder falar quem eu era.
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