
A Record TV exibe, nesta segunda-feira (9), o último capítulo de Escrava Mãe. A obra, de autoria de Gustavo Reiz e direção geral de Ivan Zettel, estreou no dia 31 de maio de 2016 e consolidou o segundo horário de teledramaturgia da Record TV, na faixa das 19h30.
Ao longo de sete meses no ar, a trama épica registrou bons resultados de audiência. Segundo dados do Ibope na Grande São Paulo, da estreia até o capítulo de 6 de janeiro, Escrava Mãe teve média de 11 pontos e share de 16%, ocupando sempre o segundo lugar isolado. A trama abriu grande vantagem para o SBT, emissora terceira colocada, que marcou média de 8 pontos no período.
Um dos capítulos mais marcantes foi o do dia 27 de junho, quando foi exibida a cena de Juliana (Gabriela Moreyra) sendo chicoteada por Maria Isabel (Thais Fersoza). Na ocasião, o folhetim atingiu sua segunda melhor média, com 13 pontos e share de 18%. O recorde de audiência foi na estreia, com 14 pontos.
Animado, o autor Gustavo Reiz comentou sobre a repercussão da novela: "É um trabalho que me dá muito orgulho. A novela gerou uma grande repercussão do público, da crítica e animou a emissora a continuar com o segundo horário de novelas.".
O último capítulo de Escrava Mãe vai ao ar hoje, a partir das 19h30. Na Record TV.
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Novela é muito boa, mas senti a ausência da atriz LUCÉLIA SANTOS. Foi anunciado que ela teria um papel de destaque, mas não se confirmou. Tomara que a record a escale para uma de suas novelas de época ou bíblica.
O sucesso de "Escrava Mãe" prova que, mesmo tendo sido levada ao ar totalmente gravada, uma novela exibida neste modo pode mobilizar o público. Basta ter uma boa história, bem amarrada, onde direção, elenco, texto, cenografia e outros elementos atuem de forma harmônica e coesa.
Enquanto isso, na Globo, "A Lei do Amor", na tentativa de fisgar a audiência, mudou tanto e tantas vezes (a pedido do público) que se tornou um "Frankenstein" de si mesma. Reflexo de uma história que não agradou, com muitos atores pra pouca história, imagem/fotografia pouco atraente e direção que quer porque quer botar uma linguagem seriada numa novela (novela é novela, seriado é seriado; punto e basta).