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The Voice Brasil: Uma temporada para lá de musical

Time de técnicos comenta sobre as gravações e os talentos da primeira fase.

por Redação, em 25/07/2019

Foto: TV Globo/Paulo Belote

Falta menos de uma semana para a estreia da oitava temporada do ‘The Voice Brasil’, marcada para 30 de julho. Nos bastidores, Ivete Sangalo, Iza, Lulu Santos e Michel Teló já se preparam para viver as surpresas e emoções da fase de ‘Audições às cegas’.

“Estamos na oitava edição e a quantidade de artistas de alto nível que se apresenta no ‘The Voice’ é impressionante. Mas o que me toca e faz virar a cadeira sempre é a emoção e sempre vai ser”, adianta Michel Teló, que saiu vencedor das últimas quatro edições do reality e busca o pentacampeonato.

Ivete Sangalo acompanha Teló ao eleger o item primordial para as vozes que tentam lugar no programa: “Tudo tem que ser feito na emoção. Música não é um cálculo. Quando ela toca a pessoa aquilo desmorona todo e qualquer planejamento”. Já Iza pondera que o nervosismo não pode ser maior do que a entrega do cantor à música. “É muito importante para mim que o cantor ou a cantora saibam canalizar a emoção porque é sobre isso que é a música. Você precisa canalizar o que a música está falando e passar isso para a plateia. Mas tem que ser bonito, não pode atrapalhar, virar nervosismo. Isso é um talento também”, explica a cantora.

Lulu Santos, único técnico que está na atração desde a estreia no Brasil, em 2012, vibra pelo início de mais uma temporada e, também, pela oportunidade de completar o que ele chama de “segundo mandato”. “No início, eu costumava pensar assim: eu vou fazer um ano ou dois desse programa. No meio, como é um jogo e você fica meio viciado, eu decidi: um ano ou dois é pouco, tenho que fazer pelo menos quatro, que é um mandato. Quando completei quatro anos de ‘The Voice Brasil’, pensei que quando o cara faz um bom governo ele é reeleito. E aí são dois mandatos. Eu já estou exatamente onde queria estar: completando o segundo mandato (risos)”, brinca o cantor, antes de entregar o que busca em um candidato: “originalidade e personalidade”.

Foto: Globo/Paulo Belote

Além da chegada de Iza ao time de técnicos e de Jeniffer Nascimento na cobertura dos bastidores do programa, fazendo uma dobradinha com Tiago Leifert, mudanças nas fases deixam a competição ainda mais dinâmica, imprevisível e musical este ano.O botão de bloqueio estará disponível desde as ‘Audições às cegas’; a ‘Rodada de fogo’, presente no início do ‘Voice’ no Brasil, volta nesta temporada; e novas possibilidades de formação de grupo permitem que os técnicos tenham a liberdade de dividir as vozes em trios ou quartetos nos ‘Shows ao vivo’. 

Para o diretor artístico Creso Eduardo Macedo, a expectativa pela estreia e pelas novidades é não só dos candidatos e dos técnicos, mas também de uma equipe apaixonada. “Sabemos que muitos artistas esperam a chegada de uma nova edição para tentar realizar o sonho de mostrar sua música. E a gente nunca pode perder isso de vista, não importa quantas temporadas forem ao ar. Assim como os artistas que sobem no nosso palco, também somos um time apaixonado pelo ‘The Voice Brasil’. Preparamos o programa com todo cuidado e carinho para que ele seja uma porta de entrada, um holofote para grandes vozes e um lugar de alegria, emoção e aprendizado, independente do resultado da competição. Sem esquecer, claro, de entregar um grande show musical”, conta.

Confira, a seguir, as fases desta temporada:

Audições às cegas – Na primeira fase, os candidatos se apresentam e são avaliados apenas pela voz. Os técnicos viram suas cadeiras e montam seus times: Time Ivete, Time Iza, Time Lulu e Time Teló. Se mais de um técnico virar, o participante é quem escolhe com quem quer trabalhar. No total, serão 64 vozes aprovadas, 16 em cada time. O temido – e divertido – botão de bloqueio está disponível durante toda esta fase. Com ele, os técnicos podem bloquear uns aos outros, dificultando ainda mais as escolhas do colega ao lado e impedindo que o talento opte por ingressar no time do rival. O técnico só saberá que está impedido de participar da disputa pela voz se virar sua cadeira.

Batalhas – Com as equipes formadas, os técnicos dividem seus times em duplas para duelar cantando a mesma música. Ao final da apresentação, ele decide qual dos dois candidatos permanece. Nesta etapa, os técnicos podem usar o famoso “Peguei” para resgatar os eliminados de cada performance. Com esse recurso, cada um poderá incluir até três novos participantes no seu time. O botão de bloqueio poderá ser usado também durante as ‘Batalhas’, tirando o time rival da disputa pelo candidato eliminado.

Rodada de fogo – A fase dá início aos shows ao vivo da temporada. Nela, os integrantes dos times se apresentam em duplas ou trios definidos pelos técnicos. Após a performance, cada técnico escolhe uma voz para deixar o programa.

Shows ao vivo – Nesta fase, os participantes de cada time são divididos em trios e quartetos definidos pelos técnicos e o público passa a ajudar na decisão final. Nas apresentações em trio, somente duas vozes seguem na competição: uma escolhida pelo técnico e outra salva pelo público por meio de votação no site do programa. Nas apresentações com quatro vozes, o técnico escolhe um participante para seguir no programa, o público salva uma voz por meio de votação e dois participantes são eliminados.

Semifinal – Dois candidatos de cada time se apresentam individualmente, mas apenas um segue para a grande final. Após o show, o público vota na sua voz predileta. Sem saber o resultado da votação, o técnico escolhe um dos participantes para receber uma pontuação bônus. O candidato que alcançar a maior pontuação, somando o voto do público e o bônus concedido pelo técnico, segue para a grande final representando o time.

Grande final – Na final, cabe ao público decidir quem será o campeão. O vencedor ganha um prêmio de R$ 500 mil e assina contrato a Universal Music.

O ‘The Voice Brasil’ tem direção artística de Creso Eduardo Macedo e apresentação de Tiago Leifert, com Jeniffer Nascimento nos bastidores. O reality vai ao ar às terças e quintas, após ‘A Dona do Pedaço’.



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