Matéria sobre meninas escravizadas rendeu o Rei da Espanha de Televisão para a emissora.
O Núcleo de Reportagens Especiais da Record conquistou mais um prêmio para a emissora. Com uma denúncia de exploração e abuso sexual contra garotas negras de um quilombo distante 320 km de Brasília, a reportagem Eternas Escravas – exibida pelo Repórter Record Investigação - levou o Prêmio Internacional de Jornalismo Rei da Espanha de Televisão, segundo informa o Comunique-se.
Em sua 33ª edição, o Prêmio Rei Espanha de Televisão é um dos mais importantes no segmento jornalístico. A Record disputou com 42 emissoras de 34 países e foi vencedora por unanimidade. O apresentador Domingos Meirelles, o editor Marcelo Magalhães, o editor-executivo Gustavo Costa, o repórter Lúcio Sturm, o cinegrafista Michel Mendes, o auxiliar Valmir Leite, o editor de pós-produção Caio Laronga, a finalizadora Natália Florentino e os sonoplastas Rafael Ramos e Julio Cesar foram os profissionais envolvidos na reportagem, que levou dois meses para ser realizada. Um dos fatos destacados pelo júri, foi a CPI instaurada na capital federal para apurar as denúncias.
O Núcleo de Reportagens Especiais pertence à vice-presidência de jornalismo da Record, comandada por Douglas Tavolaro. Rafael Gomide é chefe de redação e Pablo Toledo, editor-chefe. “Este é mais um prêmio que confirma a qualidade e o empenho de nosso trabalho e brinda a grande equipe de profissionais que estão no Jornalismo Record”, disse Tavolaro.
O Prêmio Rei da Espanha é promovido pelas Agências EFE e Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento. Os vencedores receberam q quantia de seis mil euros e uma estátua em bronze do artista Joaquín Vaquero Turcios.