
Produzir uma novela já é um desafio para grandes emissoras como Globo, Record e SBT, que contam com infraestrutura de ponta, estúdios modernos e apoio comercial essencial para viabilizar seus projetos. No entanto, quando a produção ocorre fora desse circuito tradicional, o processo se torna ainda mais complexo.
Esse é o caso de Jayme Monjardim, que há algum tempo trabalha para tirar do papel o projeto "Romaria". Embora confiante, o diretor admite que o caminho tem sido difícil e repleto de obstáculos.
O futuro de "Romaria"
Inicialmente, a Band se mostrou interessada no projeto, mas, segundo informações de bastidores, a emissora não deve investir na novela no momento. Outra possível parceira, a Max, serviço de streaming da Warner, ainda não confirmou sua participação. Além disso, há rumores de que a TVI, de Portugal, demonstrou interesse na produção, mas sem avanços concretos até agora.
Enquanto isso, Monjardim segue em busca de viabilizar a novela, que promete trazer inovações narrativas e tecnológicas para a teledramaturgia brasileira.
A proposta inovadora de "Romaria"
Com roteiro de Leticia Wierzchowski, autora de A Casa das Sete Mulheres, a novela tem uma abordagem diferenciada, resgatando a diversidade cultural e religiosa do Brasil. A trama acompanha a jornada de sete irmãos que se reencontram durante uma romaria, após anos de separação marcados por tragédias e conflitos familiares.
A novela também trará um enfoque especial na pluralidade religiosa, abordando o catolicismo, evangelismo, islamismo e espiritismo. Outro diferencial será a narrativa híbrida, que mesclará ficção com relatos reais de superação, criando um elo entre o público e os temas abordados.
Um dos aspectos mais inovadores de Romaria será a experiência sensorial imersiva. A produção pretende utilizar tecnologia para associar aromas às cenas e personagens, permitindo que o público tenha uma experiência única ao assistir à novela.
Para Jayme Monjardim, Romaria é mais do que uma novela: é um projeto que visa emocionar, inspirar e resgatar a conexão do público com as raízes culturais e espirituais do Brasil. Se concretizado, o folhetim pode se tornar um marco na teledramaturgia nacional, tanto pela sua abordagem inovadora quanto pelo impacto emocional que promete gerar nos telespectadores.
Fonte: Informações do jornalista Flávio Ricco, do Portal Léo Dias.
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