Caio Castro. Foto: Divulgação/Globo
Caio Castro. Foto: Divulgação/Globo

A movimentação em torno de uma nova série do Globoplay colocou Caio Castro entre os nomes mais comentados nos bastidores. O ator passou a ser considerado para um papel de destaque na adaptação de “Mansão Hedonê”, obra de Sue Hecker que deve ganhar versão audiovisual após o sucesso de outras histórias da autora.

A possível escalação marca mais um passo do artista na dramaturgia, paralelamente ao trabalho atual como comentarista de Fórmula 1 na Globo. Caso a negociação avance, ele integrará um projeto que aposta em tensão narrativa e temática adulta como eixo central.

Na trama, o ponto de partida é o encontro entre dois universos opostos: de um lado, um policial federal envolvido em múltiplos relacionamentos; de outro, a dona de um clube privado onde associados realizam desejos íntimos. A ligação entre eles surge quando uma sequência de crimes coloca o investigador no caminho desse ambiente secreto.

O projeto reúne profissionais com histórico consolidado na televisão e no streaming. A redação final ficará com Maíra Motta, responsável por produções como “As Five” e “Segunda chamada”, enquanto a direção será conduzida por Lipe Binder, que já assinou trabalhos como “Betinho: no fio da navalha”, “A divisão” e “Arcanjo renegado”. A produção está a cargo da Glaz.

O interesse em adaptar obras de Sue Hecker não é recente. Em 2023, “O lado bom de ser traída” chegou à Netflix em formato de filme, com Giovanna Lancellotti e Leandro Lima no elenco, ampliando a visibilidade da autora no audiovisual.

As informações sobre a negociação foram divulgadas pela jornalista Anna Luiza Santiago, do jornal O Globo, e indicam um movimento do Globoplay em investir em narrativas com apelo adulto e forte carga de suspense, buscando ampliar o engajamento do público em produções originais.