
O mercado audiovisual brasileiro aguarda a conclusão de um roteiro para decidir o futuro de uma das produções mais comentadas dos anos 1990. Segundo informações da jornalista Anna Luiza Santiago (O Globo), a Boutique Filmes desenvolve uma nova versão de Hilda Furacão, e o avanço das negociações depende diretamente da entrega dos textos que Manuela Cantuária escreve neste momento.
A produção planejada terá entre 12 e 15 episódios — número consideravelmente menor que os 32 exibidos pela TV Globo em 1998, quando a minissérie original chegou ao público. Aquela versão contou com Ana Paula Arósio no papel principal e Rodrigo Santoro como o religioso Malthus, numa narrativa ambientada em Belo Horizonte durante a década de 1950.
A trama acompanha Hilda, filha de uma família de classe média da sociedade mineira, que abandona o casamento no próprio dia da cerimônia e encontra refúgio entre prostitutas. Com o tempo, ela se torna a profissional mais requisitada do ambiente e se envolve com o personagem religioso vivido por Santoro.
A minissérie surgiu como adaptação do romance homônimo de Roberto Drummond, com roteiro assinado por Gloria Perez. Desde 2021, a obra está disponível no Globoplay por meio do Projeto Resgate.
Enquanto os textos da nova versão não ficam prontos, as conversas com plataformas e veículos permanecem em compasso de espera. O projeto existe, o interesse é real — mas o próximo passo depende do papel em branco que ainda precisa ser preenchido.
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