Negócios criados nas periferias movimentam mais de R$ 200 bilhões no Brasil. É a partir desse universo que Elevator Pitch Brasil monta uma competição para levar 70 empreendedores à televisão e colocar suas empresas diante de uma banca de decisão.

No comando de Danni Suzuki, o programa estreia na terça-feira, 21 de julho, às 22h30, na Record News. O prêmio em jogo pode chegar a R$ 1 milhão, sempre com destino definido: fortalecer as empresas apresentadas pelos participantes.

A seleção dentro do reality começa em uma cabine que reproduz um elevador. Ali, cada competidor dispõe de apenas 60 segundos para defender sua ideia. Quem convence os Titãs - os jurados - ganha a chance de detalhar melhor o próprio negócio; depois, o mesmo grupo define os nomes que avançam às semifinais.

Entre os avaliadores estão Nina Silva, do Movimento Black Money, e João Brasio, da Elytron Cybersecurity. A bancada também reúne Dayane Titon, da Baly Energy Drink, Natalia Beauty, do Natalia Beauty Group, e Ricardo Bellino, ligado à marca Elevator Pitch.

A camada tecnológica aparece na presença do A.I. investor Caio Maia. O avaliador criado com inteligência artificial entra no formato para orientar os participantes que passarem da rodada inicial, oferecendo recomendações antes da etapa seguinte.

Danni afirma que o reality revela soluções pensadas por quem vive os problemas das comunidades por dentro. Para a apresentadora, até ideias ainda embrionárias chegam ao programa com força justamente por nascerem de necessidades que quem está fora desses territórios nem sempre percebe.

Ricardo Bellino, um dos idealizadores, associa o formato a uma experiência pessoal com Donald Trump. O empresário conta que teve três minutos para apresentar uma proposta e, a partir dali, virou sócio de Trump em um negócio importante.

Em Elevator Pitch Brasil, quem atravessar o primeiro corte encontra uma disputa conduzida por empresários, tecnologia e pouco tempo para convencer.