Marco Ricca. Foto: Divulgação/Globo
Marco Ricca. Foto: Divulgação/Globo

A morte de um personagem nos primeiros capítulos costuma funcionar como catalisador narrativo, e é exatamente essa função que a TV Globo reservou a Marco Ricca em 'A Nobreza do Amor'. O ator interpreta Paxá Soliman, homem de negócios cujo assassinato dará início ao arco central do folhetim das 18h, previsto para estrear em 16 de março em substituição a 'Êta Mundo Melhor!'.

Soliman chega à trama com um acordo firmado com o Rei Cayman II — papel de Welket Bungué — para explorar as minas de tungstênio de Batanga, reino fictício localizado na África. A decisão tem consequências imediatas: desperta a ira do vilão Jendal, interpretado por Lázaro Ramos, que articula um golpe de estado para tomar o poder no país.

O golpe e suas consequências

Com Batanga sob seu controle, Jendal manda prender Soliman e o mata. A brevidade do personagem de Ricca não é acidente narrativo — é o motor que coloca em movimento o protagonismo de Omar (Rodrigo Simas), filho de Soliman que consegue escapar da perseguição.

Omar parte para o Brasil em busca de Alika (Duda Santos), a princesa protagonista da história e sua noiva. Os dois se aliam com o objetivo de recuperar o trono de Batanga, usurpado por Jendal.

A produção leva assinatura de Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes na autoria, com direção artística de Gustavo Fernandez. A escolha de construir a entrada da trama sobre um personagem de curta duração — e de alta visibilidade, dado o nome de Ricca — indica uma aposta da Globo em abrir o novo folhetim das 18h com impacto imediato de elenco, transferindo o peso dramático para Simas logo nos primeiros episódios.