O influenciador Felca prepara-se para estrear um quadro no “Fantástico”, da TV Globo, abordando temas urgentes do cotidiano digital — entre eles, autoestima, bullying, relacionamentos e os impactos emocionais das redes sociais. O anúncio foi feito durante o Upfront Globo 2026, realizado no auditório do Ibirapuera, em São Paulo.

Conhecido por usar o humor como ferramenta de reflexão, Felca agora dá um passo importante em sua trajetória, transformando o alcance nas plataformas digitais em uma ação de conscientização e acolhimento. A proposta é criar uma ponte entre entretenimento e responsabilidade social, especialmente com foco em jovens e pais que enfrentam os desafios do uso excessivo da internet.

Um novo olhar sobre o mundo digital

Com estreia prevista para 2026, o quadro do “Fantástico” será dividido em seis episódios e promete explorar como o uso intenso das redes afeta a saúde mental de crianças e adolescentes. O formato combinará depoimentos reais, histórias inspiradoras e análises de especialistas, oferecendo uma abordagem humanizada sobre o comportamento digital.

A ideia é que cada episódio ultrapasse o entretenimento e gere reflexão real sobre o impacto das plataformas digitais na autoestima e nas relações interpessoais.

De acordo com a Globo, a intenção é ampliar o diálogo sobre o uso consciente das redes, incentivando famílias a discutirem hábitos digitais e limites saudáveis. O programa mostrará pontos de vista de pais, educadores e psicólogos, destacando estratégias para equilibrar o tempo de tela e preservar o bem-estar emocional.

Felca e a credibilidade construída nas redes

A escolha de Felca para liderar o projeto reflete o reconhecimento de sua abordagem empática e responsável em temas sensíveis. Nos últimos meses, o influenciador ganhou destaque ao denunciar a sexualização precoce de crianças em conteúdos digitais, atitude que reforçou sua credibilidade e engajamento com pautas sociais.

Agora, com a visibilidade da TV aberta, Felca pretende ampliar a conversa sobre saúde emocional e mostrar que o entretenimento pode, sim, ser um caminho para promover empatia e reflexão.