Repórter Rodrigo Carvalho e a atriz Juliana Paes. Foto: Globo/Rafael Quintão
Repórter Rodrigo Carvalho e a atriz Juliana Paes. Foto: Globo/Rafael Quintão

O retorno de Juliana Paes à bateria da Viradouro marca momento especial tanto para a atriz quanto para a agremiação de Niterói. Após 17 carnavais distante da função, ela assume novamente posto de rainha de bateria em ano dedicado a homenagear Mestre Ciça, responsável por comandar a bateria da escola que desfila na noite de segunda-feira (16).

O Fantástico prepara reportagem mostrando bastidores da preparação da rainha para brilhar na avenida mais uma vez. A matéria vai ao ar neste domingo e traz conversa de Juliana com o repórter Rodrigo Carvalho sobre emoção de retornar à escola que marcou trajetória dela no carnaval carioca.

"(A Viradouro) Foi o lugar que me deu guarida por muito tempo. Eu ia aos ensaios de chinelo, shortinho, camiseta, ia ser feliz, brincar. Eu não comecei a desfilar na Viradouro na bateria. Eu vim primeiro como destaque nos carros. Depois, quando eu comecei a ganhar um pouquinho de visibilidade, veio o convite para estar na frente da bateria a primeira vez", conta a atriz.

O relato revela relação afetiva construída ao longo dos anos com a agremiação. Juliana descreve Viradouro como espaço de liberdade e alegria, onde comparecia aos ensaios de forma despretensiosa para simplesmente se divertir, longe dos holofotes da carreira artística em ascensão.

A trajetória na escola começou antes mesmo da coroação como rainha de bateria. Juliana integrou desfiles como destaque em carros alegóricos, posição que permitiu familiarização com dinâmica da agremiação. Apenas quando começou a conquistar visibilidade maior na televisão recebeu convite para comandar bateria.

O período como rainha de bateria da Viradouro estendeu-se de 2004 a 2008, cinco carnavais consecutivos que consolidaram identificação do público entre imagem da atriz e cores da escola de Niterói. O vínculo interrompido há 17 anos retorna agora em contexto de homenagem a figura central da agremiação.

Mestre Ciça representa alma musical da Viradouro ao comandar bateria que dita ritmo e energia do desfile. A escolha de dedicar enredo a ele reconhece contribuição fundamental para conquistas da escola ao longo de décadas, transformando celebração em encontro entre gerações de passistas, ritmistas e rainhas.

Além da reportagem carnavalesca com Juliana Paes, o Fantástico mantém clima festivo ao explorar fenômeno das músicas chiclete. A repórter Ana Carolina Raimundi encontra Pedro Sampaio e Melody para investigar sucesso de Jetski, nova queridinha do público que se repete nas praias e festas de verão.

A tentativa de decifrar fórmula das músicas chiclete perpassa análises sobre elementos que garantem permanência de determinadas canções no imaginário popular durante meses. Pedro Sampaio e Melody, responsáveis pelo hit atual, oferecem perspectivas sobre criação e estratégias de divulgação que amplificam alcance das produções.

A edição deste domingo também reserva espaço para reportagem especial de Renata Ceribelli sobre protagonismo da proteína na alimentação contemporânea. A matéria questiona se consumo exagerado realmente beneficia saúde e bolso, propondo reflexão sobre tendências nutricionais que dominam redes sociais e academias.

O programa fecha edição com investigação que resultou na prisão de piloto de aviação comercial suspeito de integrar rede de pedofilia. A reportagem detalha trabalho policial que identificou envolvimento do profissional em esquema investigado pelas autoridades.

O Fantástico vai ao ar às 20h30 neste domingo, logo após exibição do Big Brother Brasil.