Caio Castro. Foto: Instagram/Reprodução
Caio Castro. Foto: Instagram/Reprodução

A volta da Fórmula 1 à TV Globo em 2026 representa mais do que o retorno de transmissões ao vivo na TV aberta. A emissora amplia a estratégia de cobertura com novos formatos e reforços no elenco, incluindo a criação do programa ‘Grid da Globo’, voltado à análise e contextualização do Mundial.

Serão 15 corridas exibidas ao vivo na TV aberta ao longo da temporada, enquanto o Sportv ficará responsável por transmitir 100% das atividades — treinos livres, classificação, sprint e grandes prêmios. A cobertura multiplataforma reforça a presença da categoria na grade da emissora após anos fora da programação principal.

Entre as novidades está a entrada de Caio Castro no time do ‘Grid da Globo’. Conhecido pela carreira como ator, ele também atua como piloto e acumula experiência nas pistas, fator que deve contribuir para análises técnicas sobre desempenho, estratégias e bastidores das equipes.

No programa, exibido sempre às sextas-feiras pouco antes do início de cada etapa, Caio dividirá espaço com a piloto Antonella Bassani. A combinação entre vivência prática no automobilismo e comunicação promete dar dinamismo aos debates e entrevistas.

“O retorno da Fórmula 1 à Globo, para mim, agora fazendo parte do corpo docente da equipe, significa inclusão. Temos, principalmente, o ‘Grid da Globo’, que leva um programa para todos, mas especialmente para aqueles que ainda não conhecem muito o mundo do automobilismo, principalmente o da Fórmula 1. Estamos preocupados também em mostrar, de forma didática, o que é o automobilismo e como funciona o que acontece na Fórmula”, afirmou Caio Castro.

Apresentado por Alessandro Jodar, o ‘Grid da Globo’ vai ao ar após o ‘Globo Repórter’ e busca aproximar novos públicos da categoria. A proposta combina análises técnicas, entrevistas exclusivas e discussões sobre as principais novidades da temporada.

Ao investir em nomes com experiência prática nas pistas e em um formato voltado à compreensão do esporte, a Globo sinaliza que o retorno da Fórmula 1 não se limita à transmissão das corridas, mas à construção de um ecossistema de conteúdo capaz de ampliar o interesse e renovar a audiência do automobilismo no país.