Belize Pombal. Foto: Reprodução/Globo
Belize Pombal. Foto: Reprodução/Globo

Belize Pombal renovou contrato com a TV Globo e integra o elenco de 'Quem Ama, Cuida', a próxima novela das nove que estreia após 'Três Graças', prevista para maio de 2026. O movimento consolida a presença da atriz, que ganhou projeção em 'Justiça 2' e nos remakes de 'Renascer' e 'Vale Tudo'.

No centro do enredo de 'Quem Ama, Cuida' está Adriana, interpretada por Letícia Colin. A personagem é cuidadora de idosos e vê sua vida virar do avesso ao herdar a fortuna de um milionário solitário. Na mesma noite do anúncio, Adriana é acusada de envolvimento na morte do idoso e condenada. "Após seis anos de prisão injusta, Adriana parte em busca de vingança e reconstrução", diz a sinopse oficial.

Ao sair da prisão, Adriana encontra apoio apenas em Pedro, papel de Chay Suede, filho do advogado que a condenou. Os dois unem forças para confrontar os responsáveis pela condenação e lutar por justiça. O roteiro explora disputas familiares, lealdade e as consequências de decisões impulsivas.

O elenco traz ainda nomes como: Isabel Teixeira, Tatá Werneck, Tony Ramos, Mariana Ximenes, Flavia Alessandra, Eduardo Sterblitch, Rainer Cadete, Agatha Moreira, Isabela Garcia e Jeniffer Nascimento. A escolha reafirma a estratégia da Globo de investir em talentos de forte apelo popular e reconhecida trajetória na teledramaturgia.

Walcyr Carrasco assina o texto com coautoria de Claudia Souto e colaboração de Wendell Bendelack. Caetano Caruso responde pela direção geral, enquanto Alexandre Macedo, Fábio Rodrigo, Nathalia Ribas e Matheus Senra compõem a equipe de direção. A supervisão artística fica sob responsabilidade de Amora Mautner.

Na grade da Globo, 'Quem Ama, Cuida' sucede 'Três Graças', mantendo o padrão de grandes produções na faixa das nove. Em seguida, a emissora aposta em uma continuação de 'Avenida Brasil', projeto de João Emanuel Carneiro que traz de volta personagens como Carminha e Tufão, sob direção artística de Ricardo Waddington.

O resultado é uma estratégia que consolida a tradição do melodrama no horário nobre, mesclando tramas inéditas e a força de clássicos revisitados para sustentar a liderança da Globo na dramaturgia nacional.