A preparação de "Lá na Minha Terra" começa a indicar como a Globo pretende montar sua próxima novela das seis. Depois do destaque em "Três Graças", Alana Cabral aparece como nome praticamente certo para ocupar uma das posições centrais da nova trama.

A participação ainda depende de confirmação final, mas, se não houver mudança de última hora, a atriz será uma das protagonistas do folhetim. O movimento aproveita a boa repercussão de Alana Cabral como Joélly em "Três Graças" e reforça a aposta da emissora em rostos que ganharam força recentemente na faixa.

A trajetória da atriz também ajuda a explicar a escolha. Alana estreou na série "Assédio", em 2018, e depois passou por "Verão 90", em 2019, "Nos Tempos do Imperador", em 2021, e "Guerreiros do Sol", em 2025, todos trabalhos ligados à Globo.

Fora da empresa, sua experiência citada é "Eleita", série do Amazon Prime Video estrelada por Clarice Falcão. Com isso, a escalação em "Lá na Minha Terra" manteria a artista em um percurso majoritariamente construído dentro da Globo.

Alana não seria a única intérprete de "Três Graças" a migrar para o novo projeto. Dira Paes e Gabriela Loran também fazem parte do elenco da novela, que ainda tem Carolina Dieckmann e Leandro Daniel entre os nomes confirmados.

A estreia está prevista para novembro, quando "Lá na Minha Terra" assumirá o lugar de "A Nobreza do Amor". A produção mantém a parceria de Mario Teixeira e Allan Fiterman, dupla responsável por "Mar do Sertão" e "No Rancho Fundo".

O novo folhetim deve retomar a assinatura regional, popular e afetiva desses trabalhos anteriores. Desta vez, a trama acompanha Rosenda - personagem de Dira Paes - deixando o sertão para tentar construir outra vida em uma grande metrópole, deslocamento que coloca a personagem entre suas origens e um novo ambiente social.