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Patrícia Pillar sofre com maldade de 'A Favorita'

por jeferson, em 09/08/2008

Patrícia Pillar sofre com maldade de 'A Favorita'

Não foi nada fácil para Patrícia Pillar guardar por dois meses o segredo sobre a culpa de Flora no assassinato de Marcelo (Flávio Tollezanni) em A Favorita, divulgado no capítulo de terça-feira. Em entrevista no dia seguinte à revelação, o autor da novela, João Emanuel Carneiro, confessou que ela e Claudia Raia, a Donatela, souberam quem era a vilã logo no início da trama.

"Não contei para ninguém. Todo mundo perguntava, mas me segurei. Admito que só falei para o meu marido. Mas o marido pode, né?", brinca Patrícia em entrevista ao site oficial da novela, referindo-se ao deputado federal Ciro Gomes. Fascinada com sua primeira vilã, a atriz - que em 23 anos de profissão só chegou perto de uma mau-caráter como a Eliana de Renascer - já considera este como o mais forte e difícil de sua carreira.

"Eliana nem chegava a ser vilã. Era interesseira, não era do bem, só que era divertida. Mas não chega nem aos pés da Flora. Esta é má mesmo, doida, doente", enumera a atriz, acrescentando a dificuldade de composição.

"O maior desafio são as cenas pesadas. A do flashback, (em que o crime é mostrado) foi muito intensa. Flora sofria rejeição, foi humilhada, estava com sentimentos misturados, atirava no homem que amava, perdia tudo para Donatela. Flora estava no fundo do poço. Decidir matar uma pessoa é uma atitude pesada e isso é muito difícil de fazer, por isso tento encarar como um jogo, para aliviar o peso", explica Patrícia.

Desde então, a atriz grava diariamente e tem tido pouco tempo para ir às ruas. "Pelo pouco que saí, muitas pessoas falam que ficaram chateadas, que torciam pela Flora. Mas teve gente que achou divertida a mudança radical de mocinha para vilã. E, daqui a pouco, as pessoas vão ver que ela não está para brincadeira. Podem esperar o pior da Flora", diverte-se a atriz, ciente de que seu rosto angelical ajudou a enganar o público. "As aparências enganam. O caráter da pessoa não está escrito na testa e essa era a idéia do autor. Se essa era a surpresa que o João Emanuel queria, deu certo".

Créditos: Sabrina Grimberg / O Dia





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