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A Favorita: Flora era a má na abertura da trama

por jeferson, em 14/08/2008

Surgiu quarta-feira na Internet uma teoria que aposta que o grande mistério de "Quem matou Marcelo?", na novela global A Favorita, já estava decifrado na vinheta de abertura da novela feita pelo designer Hans Donner e sua equipe. De acordo com a tese, a revelação acontece com a arma que dispara um tiro e sai da silhueta escura, que pela forma como a história é contada é o de Flora (Patrícia Pillar).

Desde o início da vinheta, a trajetória das protagonistas é relatada com a tela dividida, com Flora (Patrícia Pillar) no lado sombrio - representação quase sempre associada à maldade - e Donatela (Cláudia Raia) no claro.

As duas aparecem ainda crianças, brincando juntas. Depois, como dupla sertaneja, até que se separam. No momento seguinte, um homem aparece dividido entre duas mulheres discutindo.

Após o tiro, o homem cai e Flora é levada para a cadeia. Isso enquanto, do lado direito, Donatella brinca com uma criança. À esquerda, Flora está presa. Por fim, Lara é que apareceria dividida por suas duas mães, a biológica e a de criação.

Procurado, Hans Donner não foi encontrado para dar a sua versão a respeito da charada. Mas, de acordo com a Central Globo de Comunicação, "as novelas da emissora e suas aberturas estão sujeitas à livre interpretação do público".

Na Internet e nas ruas, a novidade chocou alguns espectadores. "Eu espero tudo vindo desse autor. Ele está revolucionando a dramaturgia, e mostra isso até na hora de fazer uma simples abertura. Tudo pode ser um nova é pista", acredita a manicure Adriana de Deus, 23 anos.

"Mas nunca notei nada abertura que pudesse indicar isso", conta desconfiada a aposentada Alexandrina Marques.

Para a internauta Danieli, da comunidade oficial da novela no Orkut, a revelação era óbvia. "Já tinha notado, mas achei que era coincidência. Quando comentei com amigos, disseram que não tinha nada a ver".

Autor fez roteiro da abertura

O designer Hans Donner e sua equipe cuidaram da parte visual da vinheta, mas coube ao autor da novela, João Emanuel Carneiro, escrever um roteiro para a "historinha" que seria contada durante a abertura. As imagens fazem uma releitura eletrônica dos cartazes de filmes das décadas de 40 e 50.

A música-tema é o Pa Bailar, um eletrotango, do grupo Supervielle Bajofondo, e foi escolhida pelo diretor Ricardo Waddington, na volta da viagem a Buenos Aires com o elenco.

"Tivemos a idéia de colocar um tango na novela porque é um ritmo quente, passional, trágico. E assim chegou-se a esse resultado sensacional. É muito bom quando se tem uma abertura que tenha a ver com o espírito da novela", afirmou o diretor ao site oficial da trama.

Com informações do Jornal O Dia.





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